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Sábado, 9 de Agosto de 2008
Manutenção de MBUNAS parte II

2. Introdução

 

 

Os ciclídeos originários do lago Malawi são conhecidos no mundo da ciência devido à sua proliferação e diversidade e no meio do aquariófilos pela sua beleza e comportamentos incríveis. O lago Malawi como os outros lagos do Este africano são únicos pela sua grande concentração de populações de ciclídeos que quase todos eles são endémicos destes mesmos lagos, ou seja, só podem ser encontrados nestes lagos e em mais lado nenhum. Devido à sua cor lindíssima e comportamentos muito interessantes são os ciclídeos provenientes destes lagos muito procurados e apreciados pelos aficionados pela aquariofilia.
O lago Malawi abriga uma das comunidades piscícolas mais importantes e mais variadas. Actualmente são conhecidas cerca de 700 espécies endémicas e, mesmo entre estas, muitas espécies são encontradas somente em zonas muito pequenas do lago.
Estes ciclídeos, a sua evolução, a sua etiologia, são fonte de numerosos estudos. Não há dúvida nenhuma que ainda teremos muito para aprender e descobrir sobres estes ciclídeos e esperemos que o seu meio natural seja preservado para que se mantenham estas espécies sãs e salvas das agressões do Homem ao meio ambiente. Os ciclídeos do lago Malawi dividem-se em dois grandes grupos principais:
 

  • Os Não-M’bunas que agrupam géneros como os Aulonocara, os Lethrinops e os chamados “Haplos”.
  • Os M’bunas que são peixes de tamanho moderado essencialmente petrículas, muito coloridos e com comportamentos muito interessantes. Estes são muito populares no meio dos aquariófilos. São estes últimos que iremos aprofundar neste artigo com o objectivo de dar a conhecer os aspectos mais importantes no que se refere ao seu comportamento e manutenção em aquário deste grupo tão variado que são os M’bunas.

Quase todas as espécies de ciclídeos do lago Malawi são incubadoras bucais, excepto uma. No que respeita aos M’bunas todos eles praticam incubação bucal maternal, incubando e protegendo os seus ovos na garganta durante a incubação e mesmo já depois dos alevins nascerem.

 

Retirado de :



publicado por Bruno Silva às 16:13
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Quarta-feira, 4 de Junho de 2008
Manutenção do Aquário

Por:  Nuno Sénica e Ana Caixinha em Ciclideos.com

 

... a água

Primeira noção a reter: Nunca lavar o aquário por completo, salvo raras excepções como no caso de algumas doenças. A lavagem do aquário é, muitas vezes feita da seguinte forma: retiram-se os peixes para um balde (às vezes com água comum da torneira ainda com cloro ou um balde mal lavado que foi usado anteriormente com detergente), despeja-se o aquário, retirando as pedras, o areão/areia, o filtro, etc.., lava-se tudo muito bem e volta-se a encher de novo e a colocar lá dentro tudo o resto. Este procedimento é comum e completamente errado precisamente por causa do já referido ciclo do azoto.
Então qual é o procedimento correcto? Pois bem, a água nunca se substitui totalmente, devem-se efectuar trocas parciais de água (TPA). A TPA num aquário é o procedimento mais importante que se deve realizar, com ela eliminamos os agentes nocivos como a amónia, nitritos e nitratos e introduzimos novos nutrientes no aquário. A água nova deverá ser condicionada com anti-cloro, e reguladores de Ph, se necessário, pois este deve estar com valor mais perto possível da água do aquário. A frequência das TPA depende de inúmeros factores, nomeadamente da capacidade de filtragem e espécies em causa. Regra geral troca-se entre 20-30% de água de 2 em 2 ou 3 em 3 semanas. Durante uma TPA deverá limpar os vidros, por exemplo com um cartão bancário (já caducado) que sendo de plástico não risca o vidro e aspirar os detritos acumulados no substrato.

... o filtro

Lavar muito bem o filtro é um erro pois mata grande parte das colónias de bactérias essenciais para a saúde e bem estar dos peixes. No caso de possuir um filtro externo deverá aproveitar uma TPA para fazer uma lavagem seguindo exactamente o mesmo procedimento dos filtros interno, no entanto não necessita de o fazer em todas as TPAs, de 4 em 4 meses é suficiente.

... a flora

Eventualmente pode aproveitar uma TPA para podar as plantas.

 

 



publicado por Bruno Silva às 11:40
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