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Sábado, 9 de Agosto de 2008
Manutenção de MBUNAS parte VII

7. Escolha das espécies para o nosso aquário:

 

 

Como já referido anteriormente, a variedade de espécies é grande, e cada vez maior. Em primeiro lugar, mesmo que não seja muito diplomático, é preciso encorajar os aficionados a escolher o seu lojista. Temos que admitir que os lojistas que sabem o que vendem, são muito raros. Encontram-se muitas lojas a vender M’bunas originários de criações Sudoeste asiático que nada têm a ver com as espécies encontradas no seu meio natural e nada têm a ver com a verdadeira fonte selvagem, e por isso os híbridos são cada vez mais encontrados no mercado da aquariofilia.

A escolha do lojista implica por vezes visitarmos vários e percorrer alguns Quilómetros até encontramos aquele que nos sabe informar e com espécies bem catalogadas e com proveniências de confiança. Por vezes não encontramos aquilo que queremos, mas não é por isso que vamos comprar tudo aquilo que se mexe nos aquários.

Antes de mais devemos excluir das nossas aquisições a espécie Genyochromis mento (um comedor de escamas e barbatanas), pelas razões evidentes, e praticamente todas as espécies de Petrotilapia desde excepto se tivermos um aquário parecido com uma pequena piscina.
Seguidamente, nunca devemos adquirir peixes com um aspecto idêntico (na cor), como por exemplo o Melanochromis johannii, Pseudotropheus saulosi e os Metriaclima msobo magunga, porque as fêmeas são praticamente iguais, sendo pouco conveniente correr tais riscos de hibridação. Estes riscos são aumentados quando temos espécies pertencentes ao mesmo género ou do mesmo grupo, caso dos Pseudotropheus zebra (entre eles), os M. greshakei, os M. callainos, os M. estherae, etc. No entanto espécies distintas mesmo pertencentes ao mesmo grupo ou género poderão coabitar facilmente sem grandes problemas de hibridações. Assim poderemos por exemplo misturar P. elongatus com Metriaclima zebra com Tropheops. É de salientar que em todo caso não é conveniente manter variedades geográficas da mesma espécie.

Como regra geral, e para evitar hibridações, é preciso evitar manter um sujeito sozinho. Se for uma fêmea em incubação mais de 24 horas, é fácil de detectar uma hibridação, se pelo contrário, for um macho dominante nunca saberemos se eventualmente acasalou com uma fêmea de outra espécie na qual o macho se deixou dominar.

De salientar também que no momento de adquirirmos os peixes, e principalmente se estivermos a pensar em criações, devemos procurar fontes de confiança e tentar comprar uns 4 ou 5 peixes jovens de 2 fontes diferentes, prevenindo assim a consanguinidade. No entanto o crescimento dos peixes deve ser feito em aquários separados, porque senão depois não sabemos quais são os de uma ou outra origem.

 

Retirado de :



publicado por Bruno Silva às 16:25
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